Sou uma mulher casada, mas duas vezes por semana, meu amante me visita para um momento de devassidão. Até que um dia, no meio de um cunnilingus, meu marido empurra a porta... e aqui estou eu, fodendo com meu amante e meu marido ao mesmo tempo! A porta que bate, os passos na escada, o motor ligando, os cascalhos rangendo sob os pneus e o silêncio. O silêncio como um sinal: minhas três horas de adultério podem começar. Três horinhas, duas vezes por semana. Terça e quinta, entre 14h30 e 17h30. Nunca antes, nunca depois, nunca nos finais de semana...